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  • Propósito, Arte e Escrita: O Que Realmente Nos Move?

    Depois de ler O idiota, entrei em uma ressaca literária e achei interessante ler um livro de não ficção, que rendeu este post. O livro “Por que fazemos o que fazemos?” do filósofo Mario Sérgio Cortella, aborda de uma forma muito interessante o que move alguém em uma carreira ou na vida. Segundo Cortella, fazemos…

  • Como funciona a publicação de um livro?

    Eu sei, você passou meses escrevendo, colocou o último ponto final e acha que seu livro está pronto para ser publicado, certo? Errado. O processo de publicar um livro, quando se pensa realmente em entregar algo de valor para o leitor, é lento, dispendioso (caro, se for feito da forma mais correta) e trabalhoso. Vai…

  • Ler O Idiota e me sentir como um

    Spoiler: Esse texto é tão fragmentado, frustrante e arrastado quanto a minha experiência lendo O Idiota. A forma segue a sensação. Comecei a ler O Idiota com a expectativa de ser conduzida, mais uma vez, para dentro da mente humana como em Crime e Castigo, de ser arrastada por Dostoiévski para dentro do que há…

  • A Revolução dos Bichos: entre o totalitarismo e a psicologia das seitas

    A história é tão simples quanto possível, mas a lição que ela traz é complexa e inquietante. Numa bela noite de verão, o fazendeiro Sr. Jones é deposto, e os animais tomam conta de sua fazenda. Os porcos são os animais mais inteligentes. Qualquer coisa dita a mais será spoiler. E esse é o maior…

  • Escrever bem é fingir? E o que a IA tem a ver com isso?

    A escrita exige mais do que técnica: exige empatia, imaginação e, talvez, fingimento. Neste artigo, explore o que Fernando Pessoa, a IA e a ciência cognitiva nos revelam sobre o ato de escrever bem. Sendo da geração Millennial e tendo crescido junto com a tecnologia, acredito que a enxergava de forma mais ingênua. Quando criança…

  • Dor: quando as palavras não bastam

    Eu não tinha percebido que o fato de acreditar que estava com dor não era razão suficiente para ser confiável. (Eula Biss, escritora) Talvez por isso, para tentar nomeá-la, recorremos quase sempre às metáforas: “É uma pontada”, “é como uma facada”, “parece uma queimadura”. A linguagem tropeça, e precisamos de imagens, gestos, comparações; qualquer recurso…